

Dor
Eu trago as mãos sujas de sangue amigo Levo nos ombros o flagelo amor E o "bom" poema que eu supus compor Nas entrelinhas trouxe o "mal" consigo Falei do bem mas a canção do "horror" Brotou de si um sentimento ambíguo Chamei "amor" o engano mais antigo Que à mente humana adere sem pudor"Conveniência" é a cadeia triste Que prende o amante à "lei" que não existe De contentar-se com o quase "amor" E ergui a voz pregando a ousadia De ser feliz mas minha poesiaIncomodava e foi chamada "dor"...
Eu trago as mãos sujas de sangue amigo Levo nos ombros o flagelo amor E o "bom" poema que eu supus compor Nas entrelinhas trouxe o "mal" consigo Falei do bem mas a canção do "horror" Brotou de si um sentimento ambíguo Chamei "amor" o engano mais antigo Que à mente humana adere sem pudor"Conveniência" é a cadeia triste Que prende o amante à "lei" que não existe De contentar-se com o quase "amor" E ergui a voz pregando a ousadia De ser feliz mas minha poesiaIncomodava e foi chamada "dor"...
Nenhum comentário:
Postar um comentário